segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Museu Cargaleiro em C. Branco ...



O Museu Cargaleiro foi criado em 2004 em Castelo Branco mas actualmente passou para umas novas instalações num edifício de meados do séc. XVII, o Solar dos Cavaleiros, tendo sido inaugurado a 09 de Junho de 2011. 


 Manuel Cargaleiro nasceu em Vila Velha de Rodão a 16 de Março de 1927 mas viveu desde criança nos concelhos de Almada e Seixal. É conhecido internacionalmente e a sua obra é muito vasta: cerâmica, pintura, gravuras, guaches, tapeçaria, desenhos.
As suas principais obras encontram-se:
  • Jardim Municipal de Almada (1956);
  • Fachada da Igreja de Moscavide (1956);
  • Fachada do Instituro Franco- Portugûes em Lisboa (1983);
  • Estação de metro "Colégio Militar - Luz" em Lisboa (1987);
  • Estação de serviço de Óbidos na estrada do Atlântico (2000);
  • Painel da Estação de Metro Champs Elysées-Clémenceau em Paris.


 Em 1990 criou a Fundação Manuel Cargaleiro à qual doou um vasto conjunto das suas obras.




O Museu Cargaleiro engloba um notável conjunto de obras que integram a colecção da Fundação Manuel Cargaleiro: pintura, cerâmica, escultura, azulejaria, tapeçaria. Também se encontram obras de alguns dos mais prestigiados autores nacionais e internacionais.


O Museu Cargaleiro encontra-se na Rua dos Cavaleiros nº 23 em Castelo Branco e o horário é de 3ª feira a domigos das 10h às 13h e das 14h às 18h.



Uma parte do painél da estação de metro "Colégio Militar - Luz" em Lisboa (1987).

 Estas colchas de patchwork foram feitas pela mãe do artista Manuel Cargaleiro (Ermelinda Cargaleiro) e talvez o filho tenha ganho inspiração nestas artes. As colchas de Ermelinda Cargaleiro também foram motivo de exposições internacionais.

As minhas artes ...

Finalmente, no dia 24 de Setembro de 2011, acabei a união dos hexágonos forrados com tecido para fazer uma colcha para a nossa cama. O esboço deste projecto começou no dia 24 de Março de 2011 quando comprei o primeiro conjunto de retalhos na Retrosaria da Rosa Pomar em Lisboa.
Adoro o resultado final mas ainda não está acabada. Ainda é preciso coser tecido à volta, arranjar um tecido para o avesso, esponja para colocar entre eles e no fim unir as três partes.Estas t-shirts personalizadas ofereci à minha irmã no seu aniversário dentro do taleigo feito por mim. Comprei as t-shirts e apliquei os materiais para as personalizar.
Fiquei muito feliz porque a minha irmã adorou o meu presente.

Piódão - 17 de Setembro de 2011

Hoje fomos passear à aldeia histórica do Piódão classificada como "Imóvel de Interesse Público" desde 1978.
Nós iniciámos caminho pelo lado de Manteigas e depois de muitos kilómetros por estradas muito estreitas, quase sem trânsito, cheias de curvas e ravinas lá chegámos ao Piódão.
Confesso que na ida estava a ficar impaciente, farta da viagem e ainda por cima estávamos a ficar sem gasolina (quando a bomba mais próxima era a uns bons kilómetros de distância da aldeia) e cheios de fome mas, depois de vislumbrar a linda aldeia vi logo que valeu a pena o esforço de lá chegar.
Tal como Monsanto, o Piódão é considerada uma das dez Aldeias Históricas de Portugal e foi integrada neste programa de recuperação em 1994.
É a freguesia mais longínqua do concelho de Arganil e em 2001 tinha 224 habitantes.Situa-se na encosta da Serra do Açor, área protegida, com uma vegetação muito rica na sua diversidade.As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, com o tecto coberto de lajes e portas e janelas de madeira pintadas de azul. A homogeneidade da cor com que as portas e janelas foram pintadas (azul magrebino) deve-se ao isolamento a que o Piódão esteve sujeito sendo esta a única cor de tinta existente na loja da aldeia.A luz artificial durante a noite, a disposição das casas em anfiteatro fez com que a aldeia recebesse a denominação de aldeia presépio.

Festa dos Chocalhos em Alpedrinha...

No dia 18 de Setembro depois de ter ido almoçar a Castelo Novo ao restaurante "O Lagarto" fomos pela primeira vez à Festa dos Caminhos da Transumância ou popularmente conhecida pela Festa dos Chocalhos em Alpedrinha.É uma festa que ocorre todos os anos no terceiro fim-de-semana de Setembro e que tem como momento alto o passeio por um dos caminhos da transumância com um rebalho e o pastor.
Depois do passeio começam os festejos com concertos, artesanato e tasquinhas de comes e bebes. Uma das coisas engraçadas desta festa é que os Alpetrinenses abrem as portas das suas casas para expor o seu artesanto ou para provar as suas belíssimas iguarias gastronómicas.
Vale a pena vir conhecer esta animada festa e visitar a lindíssima vila de Alpedrinha.


Estivemos na Casa Lagar da Alagoa ...

Logo para começar as férias estivemos nos dias 16, 17 e saímos no dia 18 de Setembro na casa de turismo rural Lagar da Alagoa situada em Vale de Amoreira em Manteigas (www.casa-lagar-alagoa.com).Esta casa foi restaurada pelos actuais proprietários, que são uma simpatia, e foi antigamente um moinho de farinha e lagar de azeite. O espaço é muito acolhedor, está adequadamente decorado com antigos utensílios e por ainda ter os moinhos de farinha e os instrumentos do lagar esta casa pode também ser considerada um museu.
Esta belíssima casa está situada na Serra da Estrela, no Parque Natural, com uma vista lindíssima para as montanhas e para o rio Zêzere.
Adorámos os dias que lá estivemos e recordamos com saudade a paisagem lindíssima, o ar puro, a tranquilidade que este lugar transmite, a simpatia dos proprietários e o delicioso queijo da Serra da Estrela e o doce de abóbora da D.Céu logo ao pequeno-almoço.
De certeza que vamos lá voltar.

Poço do Inferno
Vale glaciar

O lindíssimo raminho de flores que o Ricardo me ofereceu.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O meu primeiro salto de paraquedas ... (20/08/2011)

Pois é saltei de paraquedas cá em Évora.
Uns amigos ofereceram-nos um voucher no casamento e eu fui saltar de paraquedas.
Não estava muito nervosa estava era curiosa em saber como era.
Eu adoro andar de avião e isso não me assustou apesar do avião abanar por todo lado.
Só pensava era quando a porta abre será que me lembro de fazer tudo o disseram no briefing?Mas aquilo é tudo tão rápido que quando estava a pensar no que era para fazer já eu estava no ar.
Foi para aí um minuto de queda livre e o que parecia assustador deu-me um gozo enorme apesar de ter sido um bocadinho doloroso porque apanhámos chuva e as gotas de água pareciam agulhas a picar no corpo.
A queda livre é uma sensação indescritível.
Enquanto durante a queda livre se ouve muito ruído quando o paraquedas abre é exactamente o oposto, parece que se fecha uma porta e fica tudo em paz.
Dá para apreciar a paisagem e o monitor deixou-me brincar um bocadinho com o paraquedas.

Gostei tanto de saltar que quando aterrei apeteceu-me logo ir saltar outra vez.
Valeu mesmo a pena e agora que saltei até parece que não aconteceu.
Foi inesquecível e desconfio que não me fico só por este salto.